Depoimento de uma ex-frustrada na carreira

Depoimento de Carolina Maino sobre sua carreira

ISTO ESTÁ ACONTECENDO COM VOCÊ?

Você já trocou de emprego diversas vezes em busca da carreira ideal, mas nunca encontra?

Sofre com a depressão de domingo à noite só de pensar que terá mais uma semana pela frente fazendo o que não gosta?

Você já cansou de ler e consumir diversos conteúdos de autoajuda e métodos variados para encontrar o seu propósito e está pensando que o problema só pode ser você?

Até já sabe qual seria o seu negócio ideal, mas não tem coragem de arriscar ou não sabe nem por onde começar?

Se a resposta foi “SIM” para as perguntas acima, saiba que eu sei como você se sente. Eu mesma já passei por isso e precisei enfrentar uma depressão e síndrome do pânico para ter coragem de pedir ajuda e mudar o rumo da minha carreira.

O momento mais perfeito para começarmos a descobrir nossa missão é justamente quando aquela grande dúvida aparece: não sei mais o que eu quero fazer da minha vida.

Não saber é o ponto de partida. É onde procuramos tudo o que gostaríamos de fazer e onde destruímos todas as crenças que cultivamos até hoje. No entanto, para isso acontecer, precisamos sobrevoar nossa existência e identificar os pontos de fusão, as metáforas por trás de cada vivência que tivemos.

Depoimento de uma ex-frustrada na carreira, vulgo, eu mesma:

Até o ano de 2015 eu era dona de uma franquia de escola de idiomas. Adorava trabalhar com pessoas, viagens, idiomas, sem cartão-ponto, liberdade para aplicar meus conhecimentos e habilidades adquiridas nas minhas experiências anteriores, finalmente era o sonho se tornando realidade. Assim, terminei minha faculdade, fiz um MBA em Gestão Empresarial, viajei para mais de vinte países e quando eu acreditei que faria isso para o resto da minha vida, me enganei.

Eu fazia a gestão de cinco escolas de idiomas, até que, numa noite de domingo, senti uma pontada no peito e uma taquicardia que não parava mais. Tive um ataque de pânico e não estava entendendo de onde tinha vindo aquilo. Fiquei apavorada e comecei a lembrar o que eu tinha feito antes de ter esse sintoma, o porquê de estar sentindo aquilo: era a famosa depressão de domingo à noite, conhecem?

Pois então, nesse momento me dei conta que meu último pensamento foi: amanhã é segunda-feira e vai começar tudo de novo, ansiedade para bater as metas, problemas com funcionários, responsabilidade com os mais de mil alunos que tínhamos entre todas as escolas, etc. Percebi que não conseguiria mais lidar com isso tudo de forma tranquila, não sem no mínimo causar um câncer no futuro.

Depois de tantas mudanças que fiz ao longo da minha caminhada, eu não acreditava que teria que mudar novamente. Eu já tinha 33 anos e acreditava que não poderia mais recomeçar, que estava com um patrimônio sólido, estabilidade financeira, negócio promissor. E claro, a pressão da família me empurrando para a opção mais confortável e segura.

Com esses fatores e com o peso da idade, somos compelidos a não pensar mais com a emoção e deixamos nossa criança interior abandonada. Esquecemos o que nos motiva, o que nos faz levantar da cama dispostos, nossa rotina se resume a cumprir o dever e voltar para casa esperando que a sexta-feira chegue logo. Viver feliz dois dias por semana não parece ser uma troca justa, mas tinha tanta coisa em jogo que eu resolvi fingir que nada estava acontecendo.

Contra tudo e contra todos, minha guerreira interna estava inconsolável. Não acreditava que eu iria finalmente me entregar ao óbvio e, através de muitas crises de pânico e depressão, me fazia refletir à força sobre toda essa questão. Foi aí que resolvi procurar ajuda com um especialista, um Coach.

Com essa ajuda consegui entender que o meu tempo nas escolas já tinha acabado, que aquilo tudo já era mais um fardo do que uma alegria, que minha missão não era mais ali… Porém tinha muito, muito medo de pensar que teria que fazer uma nova mudança de profissão. Em cada sessão, meu Coach foi usando ferramentas de Coaching e muitas perguntas que não me deixavam mais ficar na minha zona de conforto. Ainda assim eu tinha medo dessa nova possibilidade, medo de não ter clientes, de não conseguir ganhar muito dinheiro, de não ter liberdade, tempo… E se eu ficar doente? Como ficam meus clientes? E se eu quiser viajar? E se, e se, e se…

A cada sessão fui desbloqueando esses medos e decidi fazer uma formação em Coaching. Nessa época eu achava que poderia trabalhar com isso como hobby e ainda manter as escolas. Assim manteria a minha estabilidade e ainda faria o que me deixava feliz, com esse novo propósito de vida, que era o de ajudar as pessoas. (Observação: Notem que eu não conseguia pensar que um hobby poderia ser considerado trabalho. Trabalho era outra coisa, era sinônimo de sacrifício).

Segui fazendo as duas coisas e a depressão não passava. Essa depressão me fez parar tudo e reavaliar mais uma vez o que eu tinha a ilusão de estar resolvido. Depois de quase três meses, inclusive tomando medicamento para acordar, medicamento para dormir, luta interna, dúvidas e medos, decidi que era a hora de tomar a decisão que tanto me deixava com medo: sair do meu negócio e deixar toda a estabilidade financeira e anos de construção de uma imagem de dona de escola, de diretora, enfim.

Não parece, mas nosso ego vai criando essas identidades e achei que eu era tudo isso mesmo. Não era! Essa era apenas a minha profissão no momento. Se eu abandonasse aquilo eu não iria morrer, não acabaria o meu mundo. Mas até eu entender isso, foi muita briga e discussões homéricas com o meu lado racional que queria seguir uma vida estável versus a minha guerreira que queria ir em busca de um sonho, da minha missão. Só que isso implicava em começar do zero, em desapegar do meu mundinho conhecido, da minha renda fixa do mês e da falsa liberdade que eu achava que tinha por ter um negócio próprio.

Finalmente, em outubro de 2015, eu tive a conversa definitiva com meu sócio, chamei ele e disse: “Chegou a minha hora, preciso seguir adiante.” Ainda assim eu tinha medo da reação dele, de decepcionar, de me arrepender e de todos os próximos passos que teria que dar para começar do zero. Com medo mesmo, decidi e fiz! Nessa hora entendi o que significa tirar o peso de um elefante das costas. Comemorei.

Graças a toda essa experiência, mais de 1000 pessoas já tiveram suas vidas transformadas pelo meu trabalho e sou muito realizada por isso! Então, se você precisar de mim, eu vou te pegar pela mão e te ajudar a fazer a transição de carreira ou iniciar seu negócio do zero com o máximo de segurança e tranquilidade.

Se você quer deixar um legado no mundo, sua marca pessoal precisa ser configurada agora!

Vamos juntos??

 

 

Carolina Maino
Carolina Maino
Graduada em Relações Públicas com MBA em Gestão Empresarial pela FGV, Possui formação internacional em Coaching pela SLAC (Sociedade Latino Americana de Coaching), é Analista de Professional Assess Certification, desenvolvendo habilidades de avaliação e construção de Modelo de Competências, Analista DISC (Avaliação de Perfil Comportamental) e Practitioner em Programação Neurolinguística.

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